Em “A Conspiração de Deus”, Osho questiona a antiga aliança entre religião e política, mostrando como a ideia de um Deus exterior, legislador e punitivo tem sido usada para alimentar o medo, a culpa, a obediência e a dependência da autoridade.
O autor não propõe substituir a crença pelo ateísmo, pois ambos podem assentar em respostas recebidas. Em vez disso, defende a dúvida como ponto de partida para uma investigação autêntica e a meditação como caminho para uma experiência direta da consciência.
Para Osho, a verdadeira liberdade não consiste apenas em libertar-se de Deus ou das instituições religiosas, mas em assumir responsabilidade pela própria vida, encontrar um centro interior e descobrir o divino como qualidade viva da existência.
Provocador e insurgente, este livro convida o leitor a abandonar verdades emprestadas e a trocar a crença pela experiência, a submissão pela consciência e o medo pela liberdade.


