Em “A Emersão da Atlântida”, Patricia Cori apresenta a civilização atlante como memória viva da humanidade e como espelho dos desafios do mundo contemporâneo.
Através das transmissões atribuídas aos Oradores do Alto Conselho Siriano, o livro explora uma sociedade avançada em tecnologia, cristais, som e energia, cuja queda teria resultado da concentração de poder, da manipulação da consciência e do afastamento progressivo da dimensão espiritual da vida.
Ao relacionar o passado atlante com a atual civilização tecnológica, a obra lança um aviso: o conhecimento, quando separado da consciência e da responsabilidade, pode transformar-se em instrumento de controlo e destruição.
Mais do que recuperar uma história perdida, este livro convida o leitor a reconhecer um padrão ainda ativo e a escolher entre repeti-lo ou transformá-lo


