Instalados na Terra e em realidades alternativas ligadas ao planeta, os antigos rebeldes de Capela procuram reorganizar-se depois da queda. Reunidos em Benem, formam uma força-tarefa em torno da nave *Espheron* — estrutura que, durante milénios, ficaria conhecida como a Frota Norte.
Enquanto aguardam um sinal de Sophia que nunca chega, os capelinos enfrentam rivalidades internas, alianças instáveis e a presença dos “seres dos portais”, mais tarde recordados pela humanidade como os deuses da mitologia grega. A Terra transforma-se, assim, num conglomerado de realidades sobrepostas, habitado por forças extraterrestres, extrafísicas e humanas em permanente disputa.
Contudo, o poder das antigas fações começa a degradar-se. À medida que os grandes intervenientes enfraquecem, uma espécie ainda jovem começa silenciosamente a afirmar-se como possível herdeira do planeta.
Segundo volume da trilogia “Terra Atlantis”, “A Frota Norte” acompanha a consolidação e a decadência das forças que moldaram o mundo atlante, enquanto Len Mion — aquele que mais tarde seria conhecido como Satã — preserva intacto o seu poder, aguardando o início da sua própria era.


